Os dois já estão namorando há tanto tempo e, sabe como é, acabam existindo aqueles apelidos. Você o chama de meu bebezinho e ele te chama de minha pequena. Não é tão lindo assim para as outras pessoas, mas para vocês ainda tudo são flores.
Às vezes os apelidos incomodam, mas na maioria das vezes são formas de demonstrar afeto. Com o tempo, os apelidos vão mudando. Enquanto ele vira o seu porquinho dorminhoco, ele começa a te chamar de minha bolinha cor de rosa. Até aí tudo nos conformes. “Eu posso sobreviver a isso.” - pensa você.
Então, certa hora ele te chama de minha bolinha, na frente daquela sua conhecida que você não suporta, e por fim seu mundo desaba!
Quem tem aquele apelido que não gosta, torce todos os dias para um raio dos bem grandes cair na cabeça do “sem mãe” que inventou os tais apelidos. Apelidos em sua maioria servem para zombar de alguma característica nada querida, pelo dono do apelido. Os apelidos podem ser amados ou totalmente odiados por quem tem.
Fora o apelido que recebemos do namorado, dos amigos e dos colegas de escola, ainda existe os apelidos familiares, que cá entre nós, são os piores. Parece que eles nos conhecem tanto que inventam os piores, e assim que tem uma oportunidade fazem com que todos os seus amigos saibam daquele “nomezinho” vergonhoso.
Além do mais, a história da origem de certos apelidos podem ser as mais engraçadas, vejam só:
“Meu apelido é Down porque certa vez um professor disse que eu tinha síndrome de Down, aí o pessoal da sala reduziu para apenas Down e acabou pegando.” - Túlio, 17 anos.
“Meu apelido lá no MEB é Joelma, porque uma vez eu fui tomar banho e estava com o cabelo ainda molhado, aí passei um creme de desembaraçar e chacoalhei para deixar o cabelo solto e formar cachos, nessa hora que chacoalhei meu amigo disse que eu parecia a Joelma do Calypso e acabou ficando.” - Pedro, 18 anos.
Algumas vezes os apelidos existem para substituição. O caso ocorre quando você não curte o seu nome e sempre que conhece alguém vai logo dizendo: “Meu nome é Fulano, mas pode me chamar de Lano que tá tudo certo”.
O apelido, assim como o famoso jiló, segue aquela regra básica: ou você ama, ou odeia completamente. Eu particularmente não tenho muita afeição pelos meus, mas isso já é outra história…
Nota do editor-chefe: Eu chamo ela de Pamonha, hahahaha!
Amanda Braz


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