Na década de 60, o primeiro HQ publicado de Hulk contava a história de Bruce Banner, um talentoso cientista que estava trabalhando no desenvolvimento de uma nova arma para o exército americano, a Bomba Gama. Mas sua vida muda quando chega o dia do teste final da bomba.
No começar da contagem regressiva, Bruce percebe que uma criança entra na sala do experimento e, para salvá-la, acaba pulando na frente e recebendo toda a emissão gama. Sem saber, ele começa a sofrer fortes dores de cabeça e, num acesso de raiva, acaba se transformado em um monstro gigante e cinza. Daí então nascia O Incrível Hulk.
Nesses mais de 40 anos de vida, Hulk sofreu várias transformações. A começar pela cor que no início era cinza e, devido a problemas na hora da impressão, acabou ficando a tão conhecida verde-esmeralda. No final dos anos 70, Hulk foi parar na televisão, numa série que até hoje serve de referência para a legião de fãs mundo afora.
Eles sabiam ainda faltava uma coisa, um filme à altura do poder Hulk. E essa produção foi realizada em 2003. Mas nele o personagem não passava de uma figura animada em 3D, o que motivou o grande fracasso nas bilheterias.
Porém, em 2005 começaram as especulações sobre um novo filme. A nova produção, dirigida por Louis Leterrier, tinha a missão de apagar da mente de todos o vexame de 2003 e deveria mostrar realmente quem é o Hulk.
O novo filme mostra Banner vivendo escondido no Brasil, onde tente buscar uma resposta para a cura de seu problema e ao mesmo tempo fugir do General Thunderbolt (Willian Hurt). Ao ser descoberto, Banner resolver voltar para os EUA e lá procura a ajuda de sua eterna paixão, Betty Ross (Liv Tyler).
Várias investidas serão feitas para a sua captura, pois, com o seu sangue, será possível criar um exército de supersoldados que serão invencíveis. Em meio a esta perseguição, surge uma ameaça que fará de Hulk a única esperança da Terra contra Abominável (Tim Roth), um ser que fora criado a partir do sangue do próprio Banner.
Nota: 8,5
Após 4 anos de muitas negociações e espera, umas das séries mais inovadoras e ousadas da última década finalmente ganhou sua versão para as telonas.
Sex And The City foi apresentada ao mundo em 1998. Seus episódios tratavam de assuntos exclusivamente focados no mundo feminino como festas, roupas, e claro, relacionamentos amorosos e íntimos.
Logo em seu primeiro ano, a série caiu no gosto das americanas que viam nas personagens o reflexo da mulher nacional. A série era composta por quatro amigas inseparáveis que dividiam alegrias e dramas de suas vidas de meia-idade.
Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) era a mulher independente que adorava moda, se divertir, e que gostava de mostrar sua auto-suficiência. Charlotte York (Kristin Davis) era a mais romântica, com o sonho de encontrar o homem perfeito.
Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) pensava mais na vida profissional do que qualquer outra coisa. Samantha Jones (Kim Cattrall) era a sedutora que praticamente conseguia quase todos os homens que desejava.
Com o fim da série em fevereiro de 2004, uma pergunta ficou no ar: o que teria acontecido com a vida das quatro amigas? É a partir dai que começa a história do longa-metragem. Ele preza por finalizar com maestria uma série que foi sucesso em vários países do mundo.
O filme mostra o reencontro das 4 amigas, agora em situações um pouco diferentes. Elas têm que se desdobrar tentando conciliar assuntos como trabalho e vida amorosa, além de situações como filhos, casamento e casa.
Nota: 8,0
Quem nunca se imaginou em um lugar sem nunca ter ido lá? Isso é um Déjà Vu, uma reação psicológica que nos faz ter a sensação de que já estivemos ou vivenciamos algo naquele lugar sem nunca ter ido nele antes.
É a partir desta discussão que se dá a aventura de ficção-científica estrelada por Denzel Washington e dirigida pelo veterano Tony Scott.
O filme mostra a história de Doug (Denzel Washington) um policial que trabalha na Agência contra armas de fogo. Todos os dias ele é chamado para resolver pequenos casos na sua cidade. Mas um dia sua rotina é modificada devido a um chamado para tentar encontrar provas sobre uma explosão na Baía de Nova Orleans.
Chegando lá ele tem a sensação de já ter presenciado aquela cena e parte para desvendar o mistério por trás do atentado. Então ele descobre por meio do governo americano que há um jeito de viajar no tempo e impedir que a explosão aconteça novamente.
Nota: 8,0
Até semana que vem!
Jonathan “Ceará”

















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