Segunda passada foi anunciado o mais mecanismo de busca da internet, o buscador Cuil. A iniciativa partiu de um grupo de quatro ex-funcionários do Google, liderados por Anna Patterson, que se juntaram e decidiram tentar quebrar a hegemonia no mercado de buscas da internet.

O nome do site de pesquisa, Cuil (mas que se pronuncia igual a “cool”) deriva de uma palavra celta que significa conhecimento. Sua característica marcante é o fundo da tela preto, em oposição ao tradicional branco do Google. Mas que não é nenhuma grande novidade, já que uma parceria da gigante de buscas lançou recentemente o G. Night, onde o usuário se depara com um fundo preto, visando economizar até 20% de energia e assim colaborar com o meio-ambiente.
Outra particularidade do Cuil é que os resultados são dispostos de maneira não convencional, mas muito agradável. Ao contrário do padrão vertical, em lista, o novo buscador apresenta os resultados com o link, uma imagem e um pequeno resumo, em forma de uma tabela, com colunas.
Além disso, o serviço conta com uma barra lateral que apresenta sugestões de pesquisa e também ajuda numa espécie de função auto-completar. Quando o usuário está digitando, aparece uma lista de prováveis resultados, assim como na pesquisa da Wikipédia, o que facilitaria a vida de alguns em buscas mais básicas e rápidas.
A empresa por trás da nova ferramenta ainda afirma que o Cuil é capaz de indexar de maneira mais rápida e com menos custo um maior número de páginas da web que a Google. Os números apresentados dão conta de que sejam levadas em conta a cada pesquisa, cerca de 120 bilhões de páginas. Seria o maior acervo do mundo, se a Google não perdesse tempo e rebatesse informando que pesquisa em 1 trilhão.
Os critérios de busca do mecanismo também diferem do tradicional. Isso porque ela analisa o contexto de cada página e a idéia de resultado que o interessado traz a cada vez que realizam uma pesquisa, características encontradas no conceito da profética web semântica do futuro.
A iniciativa movimentou US$ 33 milhões de dólares e ainda está inacabada, pois atualmente só são levados em conta páginas em inglês, não possui um filtro de busca para cada país e ainda possui alguns bugs. Porém traz uma proposta inovadora que vai amadurecer, como qualquer outra coisa através do tempo de existência.
Mas o grande desafio do projeto, além de passar os atuais mecanismos de busca como o Yahoo, MSN Live Search, e de superar um concorrente tão hegemônico quanto o Google, é cravar uma batalha contra os atuais hábitos de navegação dos usuários de internet que os levam sem pestanejar diretamente ao Google quando surge alguma dúvida ou desconhecimento.
Quem ganha a batalha?
Kaleb Aurich

















Acho que, o cuil pode sim ser uma soberania nos sites de buscas… acredito! estarei acessando a partir de hoje(04/01/2009) esse site de busca(cuil). adorei a apresentação do site e a forma como organiza o resultado das pesquisas…