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	<title>Comentários sobre: Encostado, ele? Imagina&#8230;</title>
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		<title>Por: Marcos</title>
		<link>http://makaehcult.com/posts/encostado-ele-imagina/comment-page-1/#comment-249</link>
		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 04:13:42 +0000</pubDate>
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		<description>Engraçado o costume de certas mulheres. Quando namoram geralmente trabalham e, como todo trabalhador, pagam suas contas, viagens e salões de beleza e afins. 

Agora, quando elas se casam e por acaso perdem o emprego, querem ter as mesmas regalias ou mais ainda das que tinham quando eram solteiras e gastavam o dinheiro só com elas.

Mas desta vez às custas do marido, que &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt; ganhou aumento e tem que pagar as dívidas dele, da casa e bancar as futilidades costumeiras que ela trouxe na bagagem e não avisou.

&lt;strong&gt;Se&lt;/strong&gt; por acaso o homem perde o emprego e &lt;strong&gt;ela&lt;/strong&gt; ficar com as dívidas, ele se torna um encostado, vagabundo, etc. 

Este espécime de safado existe sim, mas a maioria de nós tem que agüentar a pressão da sociedade e da esposa, que deveria dar apoio para reerguê-lo (na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, na alegria ou na tristeza).

A reclamação é: vamos colocar estas promessas de casamento em prática no dia-a-dia para não jogar na cara um do outro quando os problemas chegarem, e eles chegam para todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado o costume de certas mulheres. Quando namoram geralmente trabalham e, como todo trabalhador, pagam suas contas, viagens e salões de beleza e afins. </p>
<p>Agora, quando elas se casam e por acaso perdem o emprego, querem ter as mesmas regalias ou mais ainda das que tinham quando eram solteiras e gastavam o dinheiro só com elas.</p>
<p>Mas desta vez às custas do marido, que <strong>não</strong> ganhou aumento e tem que pagar as dívidas dele, da casa e bancar as futilidades costumeiras que ela trouxe na bagagem e não avisou.</p>
<p><strong>Se</strong> por acaso o homem perde o emprego e <strong>ela</strong> ficar com as dívidas, ele se torna um encostado, vagabundo, etc. </p>
<p>Este espécime de safado existe sim, mas a maioria de nós tem que agüentar a pressão da sociedade e da esposa, que deveria dar apoio para reerguê-lo (na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, na alegria ou na tristeza).</p>
<p>A reclamação é: vamos colocar estas promessas de casamento em prática no dia-a-dia para não jogar na cara um do outro quando os problemas chegarem, e eles chegam para todos.</p>
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