Em nosso site lidamos com um público variado, por isso tomamos a iniciativa de falar de um assunto que embora seja bem conhecido e muito falado na mídia continua trazendo problemas e estragando juventudes.
A gravidez na adolescência é um problema sério tanto para família quanto para a adolescente em questão.
É muito complicado assumir tal responsabilidade em uma época da vida na qual você só quer se divertir, namorar e ser feliz com sua família e amigos.
Existem famílias que não aceitam a gravidez e isso só torna o problema ainda maior para a pessoa que está passando por essa situação.
Além dos problemas familiares enfrentados e as situações vivenciadas pela adolescente (até mesmo preconceito por parte de mais velhos ou devido a problemas psicológicos), o feto também enfrenta dificuldades e riscos por ser gerado em um corpo ainda novo e por muitas vezes não preparado para tal feito.
O maior culpado disso na maioria das vezes é a ausência do diálogo em casa para determinados assunto como sexo.
Leia a seguir um trecho de uma reportagem da Uol:
“A atividade sexual da adolescente é, geralmente, eventual, justificando para muitas a falta de uso rotineiro de anticoncepcionais. A grande maioria delas também não assume diante da família a sua sexualidade, nem a posse do anticoncepcional, que denuncia uma vida sexual ativa. Assim sendo, além da falta ou má utilização de meios anticoncepcionais, a gravidez e o risco de engravidar na adolescente podem estar associados a uma menor auto-estima, à um funcionamento familiar inadequado, à grande permissividade falsamente apregoada como desejável à uma família moderna ou à baixa qualidade de seu tempo livre. De qualquer forma, o que parece ser quase consensual entre os pesquisadores, é que as facilidades de acesso à informação sexual não tem garantido maior proteção contra doenças sexualmente transmissíveis e nem contra a gravidez na adolescência.”
Então ressaltamos que a importância de um diálogo aberto em casa é muito grande. O acesso a qualquer espécie de informação hoje é livre, mas nem sempre essa informação é tão enfática e de linguagem compreensível, o que a tornaria mais segura e confiável.
Portanto cabe aos pais dar liberdade para a circulação dessa espécie de assunto em casa e assim tentar prevenir o problema da gravidez indesejável.
Amanda Braz

















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