Antes era fácil encontrar homens praticando esportes enquanto a mulher ficava apenas na torcida. Hoje a situação mudou e muitas vezes quem fica na arquibancada é o menino.
Ver mulheres jogando tornou-se algo tão comum quanto ver um homem assistindo ao futebol no domingo à tarde.
A cada dia, a igualdade entre os sexos aumenta e isso é comprovado até mesmo em quadra:
“O time masculino é quem treinava a gente. E ao invés de rolar aquela coisa de ‘os homens são melhores’, eles perdiam o fôlego para mostrar quem nos treinava” (Futebol) – disse Iasmini, 17 anos.
Mas ainda assim, existe o fato do físico, da resistência e etc…
“Os meninos são mais resistentes em campo, por isso o treinador fazia os jogos mistos.” - nos contou Janelly, 16 anos sobre os jogos de handebol.
Algumas ainda hoje temem jogar com os meninos, mas algumas até preferem: “Você fica mais preparada, mais forte.”
Além das meninas em quadra, os meninos começam a dominar uma área que até então era só feminina:
“Patinação é um sonho.” – disse Ricardo, que também já fez aulas de balé.
Embora pareça tudo muito normal, o preconceito com ambos os lados é um fato. Meninas que lutam, por exemplo, geralmente sofrem preconceito:
“Quando contei que estava lutando, meu tio disse: – Só não pode começar a gostar de mulher.” – comentou Amanda, 16 anos.
Mas se o amor pelo esporte é maior do que o preconceito, vale continuar e enfrentar o que for em busca do sonho. Eles combatem o preconceito assim:
“É burrice achar que escolhas como essa mudem a opção sexual de alguém, é puro preconceito desse povo de mente vazia.” - acrescenta Ricardo, 16 anos.
Vale lembrar que no esporte todos são iguais, qualquer um pode vencer! Independente da idade, sexo ou qualquer coisa do gênero.
Um bom exemplo é a Seleção feminina de futebol que enfrentou todo e qualquer preconceito, dificuldade e falta de apoio, e mesmo assim chegou ao vice-campeonato na Copa do Mundo, lutando por um sonho, por um ideal.
Amanda Braz


















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