O famoso clichê!

Universo Feminino

É engraçado o quando todos nós fugimos dos clichês ao escrever ou falar. Tentamos, tentamos, e sempre caímos em uma frase feita ou clichê gritante. Isso acontece nas músicas e nos seus clichês sobre amor. Nas poesias e nos seus desfechos de rimas prontas e também nas campanhas publicitárias de cerveja que smepre mostram lindas mulheres, e no… eu poderia passar o dia inteiro citando situações onde os clichês aparecem!

Eles são uma espécie de praga que se manifesta com uma rapidez imensa em um discurso político ou na briga entre um pai e um filho. Ao ler minhas próprias matérias sempre me pego caindo nos clichês, seja dizendo que o tempo é o melhor remédio (sim, é um clichê) ou dizendo que paciência é uma virtude (não foge a regra…).

Como eu percebi isso tudo?! Boa pergunta… Só para variar eu estava ouvindo música de madrugada (é, eu praticamente sou notívaga) e me peguei falando: Apenas mais uma frase de efeito! E percebi que uso muitas delas para finalizar matérias, ou para aconselhar pessoas.

Tentar fugir realmente não é a melhor forma. Quanto mais fugimos de algo, mais perdemos o fôlego e por fim nos rendemos, correto? Então, como gosto muito do meu fôlego e quero mantê-lo intacto, já me rendi. Um viva aos clichês e as frases de efeito, que são úteis, pragmáticas e casuais.

Clichê; gera dois significados que são:

Um clichê (do francês cliché), chavão ou lugar-comum é uma expressão idiomática que de tão utilizada e repetida, desgastou-se e perdeu o sentido ou se tornou algo que gera uma reação má em vez de dar o efeito esperado.

e …

Pode significar uma ideia relativa a algo que se repete com tanta frequência que já se tornou previsível e repetitiva dentro daquele contexto.

Às vezes cometemos clichês e nem ao menos percebemos, por isso, estamos aqui para manter os seus olhos bem abertos, perceba que:

Ao concluir uma ideia em um texto, usar “Por fim ou concluímos que” (Essa foi para mim mesma, diretamente);

Ao terminar um relacionamento, dizer assim: “não é você, sou eu!” (Pode até ser verdade, mas vai soar como uma desculpa esfarrapada);

Ao ser pego no flagra com a amante, exclamar da seguinte maneira: “não é o que você está pensando… Eu posso explicar!” (Acontece mais em novela… mas fica a dica);

Assim como os mocinhos ganharem no final do filme, e os vilões sempre saírem perdendo, ou alguém ser sempre totalmente perverso e outro simplesmente ser a nova Madre Teresa de Calcutá.

Só hoje, sem frases de efeito ou qualquer “até a próxima”, nem mesmo “fim”

Obs.: Me sinto sem uma forma de me despedir, por isso uma observação no final da matéria.

Amanda Braz

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