Apesar do que sempre dizem na televisão, ela ainda é um dos maiores, senão o maior, meio de comunicação. Esses dias enquanto assistia ao Fantástico acompanhei uma matéria que tudo tinha a ver com as maneiras de escrever e com os assuntos que costumo tratar aqui no site.
Na matéria era falado sobre como existem pessoas que se apaixonam para vida inteira, enquanto outras vivem em busca de um grande amor, pois seus relacionamentos não duram mais do que algumas semanas.

Foi dito que componentes genéticos têm uma influência direta nessa espécie de comportamento, e por acaso eu havia pensando em escrever exatamente sobre como as pessoas são diferentes, na questão do comportamento e postura, em relação aos seus relacionamentos afetivos.
De uma forma geral, vou me tornar um exemplo vivo desta matéria, pois assim como a maioria tenho um problema enorme com relacionamentos. Eles apenas não duram o suficiente, às vezes por minha culpa, outras tantas por motivos alheios. Por fim, eles sempre acabam antes do esperado, e minha vontade de ter um “para sempre” acaba sendo deixada para um futuro distante.
Me sentia sozinha e perdida no mundo achando que era a única sofredora, e achando que tudo andava contra mim, além de pensar que todos os casais eram felizes para sempre. Grande e tolo engano, este meu. Assim como quem vos fala, milhares de pessoas vão às baladas no sábado à noite, e para os shoppings no domingo, em busca de um bom príncipe encantado.
Gosto de falar sobre relacionamentos, pois toda e qualquer pessoa depende de um para sobreviver. Seja ele um relacionamento entre pai e filha ou entre homem e mulher. As pessoas só crescem e amadurecem com o contato com outras pessoas. Quando nos deparamos com crises e diferenças, crescemos com elas. Talvez seja por isso tudo que todos buscamos um amor para a vida toda. Ter com quem crescer lado a lado, dia a dia, deve ser um plano e tanto para o futuro.
O número de casais formados cresce diariamente, mas o número de casais que se separam segue na mesma quantidade. Seja o motivo ciúmes, brigas bobas, a distância, um mal-entendido ou qualquer outra coisa do gênero, todos os valores e sentimentos que sentíamos há 1 mês são deixados para trás e os problemas prevalecem.
Para se arriscar em um relacionamento é preciso aprender a ceder. Ceder no ciúme, deixar os amigos em dia de futebol para levar a namorada no cinema, largar o cabeleireiro e a manicure para fazer companhia ao namorado em um almoço de família, deixar de lado o orgulho e pedir desculpas…
Só que nem todos nós estamos dispostos a fazer estas coisas, e por isso ficamos aqui à procura do nosso par-perfeito. Infelizmente (ou felizmente, dependendo do ponto de vista) a vida não é uma massa de bolo, e não vem com receita atrás indicando passo-a-passo.
Arriscar-se é a única forma de vencer, se entregar de corpo e alma para um relacionamento ou para um emprego novo. E esperar também, logicamente, pois sempre vai existir em algum lugar do mundo alguém para entender os seus dias de mau humor ou dor de cabeça.
Aquele que tiver paciência terá o que deseja. – Benjamim Franklin
Pense nisso,
Amanda Braz

















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