Revitalização dos Rios e Lagoas

Meio Ambiente

A principal causa da poluição de rios e lagoas é igual no mundo inteiro; o crescimento exponencial da população exige mais exploração dos recursos naturais acima da capacidade de recuperação natural do ecossistema. Quanto mais pessoas se acomodam em uma cidade, mais água é consumida, mais esgoto é lançado, mais lixo é descartado, e mais indústrias aparecem.

    

Os centros urbanos que não possuem planejamento e estrutura para esse crescimento desordenado, acabam descuidando do meio ambiente, o que leva aos desmatamentos, poluição do ar, ilhas de calor, engarrafamentos extensos, o surgimento de lixões, proliferação de doenças, poluição das águas, entre outros problemas…

As cidades privilegiadas com a presença de rios e lagoas em seu território, não sabem aproveitar o potencial desses corpos hídricos para a qualidade de vida da região. Pelo contrário, a maioria dessas cidades utiliza essas águas para despejo de esgoto, lixo e até de substâncias químicas. E a culpa nem sempre é do morador, porque quem deveria apresentar uma solução viável para a população é a prefeitura.

Um estudo da ONU apontou que entre os 500 maiores rios do mundo, mais da metade enfrentam sérios problemas de poluição. Aqui no Brasil, o maior problema é o Rio Tietê. Quando passa pela região metropolitana de São Paulo, ele recebe aproximadamente 400 toneladas de esgoto por dia e nele só sobrevivem organismos que não precisam de oxigênio pra sobreviver, como certas bactérias e fungos.

O maior problema da recuperação dos corpos hídricos no Brasil é que em vez de todo o esgoto passar por tratamento químico, os encanamentos utilizam sistema de separador absoluto, onde a água da chuva recolhida pelos bueiros corre numa tubulação (galeria pluvial) e o esgoto em outra. Dessa forma, não há tratamento do esgoto vindo da galeria pluvial que junto com ligações de esgoto clandestinas provocam a poluição do rio.

A solução para despoluir um corpo hídrico é acabar com todas as ligações clandestinas, e aplicar um sistema de tratamento ou instalar uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) para tratar todos os efluentes da cidade, e inclusive a água da chuva que é tão suja quanto o próprio esgoto, pois “lava” as ruas e carrega o lixo do chão. E é mais fácil despoluir um rio do que um lago ou uma lagoa, porque um rio tem a capacidade de recuperação natural devido a sua vazão de água. Mas cada caso é um caso.

São três tipos de contaminação da água: a contaminação química, física e biológica. A contaminação química consiste em metais pesados, proveniente de indústrias, produtos sintéticos como adubos da agricultura e resíduos como fenóis e hidrocarbonetos, compostos do petróleo.

A poluição física nada mais é que os sedimentos provenientes de lixo, esgotos, e outros resíduos. Os vírus, bactérias, vermes e protozoários correspondem à poluição biológica que pode ocasionar várias doenças como a leptospirose, cólera, hepatite, varíola, febre amarela, malária, esquistossomose, amebíase, ascaridíase, entre outras…

Em alguns locais, a poluição é ocasionada pelo uso das águas destes corpos hídricos para irrigação da agricultura e atividades industriais, que devolvem a água impura, com resíduos químicos que reduzem a qualidade da água. Algumas cidades estão sofrendo a redução dos seus corpos hídricos

Mais de um bilhão de pessoas no mundo não têm acesso à água limpa e mais de 2,9 bilhões não têm acesso a serviços de saneamento básico, fatores que causam um aumento da taxa de mortalidade por doenças infecciosas. De fato, 85% das doenças humanas nos países pobres estão relacionados com a quantidade ou a qualidade da água.

A Terra levou alguns bilhões de anos para construir todo o ecossistema do nosso planeta. E os humanos só precisaram de alguns séculos para destruir boa parte desses recursos naturais.

Não seja a maioria; proteja o meio ambiente!
Andrea Mieko

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1 Opinião sobre “Revitalização dos Rios e Lagoas”


  • Existen dos tipos de solución, teniendo en cuenta una decisiva voluntad política de resolver el problema de cada Rio (con mayúscula). Si no existe la voluntad política de los gobernantes no será posible cualquier solución.

    La primera es en macro, que todos conocemos a base de ETES. Dicha solución es casi utópica por elcosto y por la especulaci;on financiera y el sobrecosto que provienen del interés lucrativo de las grandes empresas y por parte de los políticos por conseguir votos o recibir algunos dividendos (caso de municipios o gobiernos de estado).

    La segunda solución (que propongo) es la siguiente y se refiere a un mapeo de cada sector urbano estableciendo puntos críticos. Tratando cada módulo o sector urbano como punto crítico es posible normar rígidamente bajo multa lo siguiente:

    a) Cada casa de los puntos críticos deberá contar con un tanque séptico de modo que el esgoto se reduzca a agua semitratada.

    b) Se estabecerá concursos y patentes para la myor creatividada en cuanto a cada sector urbano crítico a ser resuelto (que luego podrá contratarse por el ganador mediante una relaci[on presupuestal de costo beneficio.

    c) En caso de sectores en que no pueda hacer ello se establecerá un sistema de tanque séptico de conjuntos de grupos de casas.

    d) Empresas como tigre y otras deveran desarrollar sistemas especiales de filtros en tubería de desague, que con adecuados disolventes no contaminantes, puedan ser instaladas en las casas de los barrios críticos (algo así como filtros o cajas de cocina pra trampa de grasa más disolventes orgánicos).

    e) Casas de alto padrón economica están obligadas mediante normatividad a dictaminar para evacuar aguas servidas semitratados por tanque septico particular, de condiminio, de barrio, etc.

    f) Los parques y areas libres de la ciudad pueden recibir aguas semifiltradas y semitratadas.

    Soy ciudadano residente en Brasil hace 8 años y mi deseo es contribuir con mi exxperiencia profesional e ideas al respecto.

    Los saludo atentamente.

    Julio Darío Sánchez, Valinhos – SP

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