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Violência Doméstica

Universo Feminino

Quando ele bebe, sua vida se torna um inferno. Ele, ao chegar em casa bêbado, é sinônimo de olho roxo no dia seguinte. Defender os filhos, evitar brigas desnecessárias, aceitar o que ele diz… Até que ponto é amor?

Casos de violência doméstica podem ser divididos entre a violência física e verbal, tendo em mente que ambos afetam de alguma forma o amor próprio, o respeito mútuo e a segurança do casal.

A violência doméstica, em sua maioria, se denomina por violência a mulher. Dentro de um relacionamento amoroso. Mas pode ser denominada por agressão a filhos, parentes e etc. Os casos de violência só aumentam dia após dia. Porém, atualmente, as mulheres em grande maioria tomam atitude para com essa violência.

Há, em boa parte do país, delegacias femininas ou projetos que apóiam vítimas de violência doméstica. Assim como a Casa da Mulher, situada em Rio das Ostras, e o NUAM, em Macaé, que fornecem acompanhamento médico, tanto físico quanto psicológico, além de abrir o caminho jurídico e fornecer a vítima um advogado para eventuais situações.

Existem leis de proteção às mulheres que sofrem violência doméstica. Atualmente a pena e as formas de punição para o agressor tornaram-se maiores e mais severas. A lei chamada “Lei Maria da Penha” vai aumentar a pena para agressões contra mulheres (tanto em violência doméstica como em casos como estupro).

A lei recebeu esse nome devido ao caso de Maria de Penha Maia que se manteve firme contra a violência doméstica que sofreu em 1983, quando levou um tiro do marido e ficou paraplégica.

Até onde o amor existe? Vale a pena ser vítima de uma violência qualquer por amor? Deve-se sempre lembrar que antes mesmo de amarmos alguém devemos nos amar. O amor próprio é o primeiro amor, e não aquele que te machucou um dia e no dia seguinte lhe trouxe flores. Quando a relação perde o limite, o respeito e a segurança vai embora… isso ainda é amor? Vale repensar.

Amanda Braz

A Outra

Universo Feminino

Você sempre disse que não era mulher de se envolver com caras casados, que era mulher para casar, formar família; e tinha planos para isso no futuro. Até que um dia você vê entrando no restaurante que almoça todos os dias, encontra o homem que você acredita ser o certo para a sua vida, o seu “número”.

Você o fulmina com um olhar e ele logo percebe suas intenções e então se aproxima. Depois de muito contato visual ele pede para se sentar contigo à mesa, porque não gosta de almoçar sozinho. Obviamente, você aceita a companhia.

Parece que vocês podem conversar por horas a fio que o assunto não tem fim e então trocam telefones. Depois de algumas saídas o encanto só faz aumentar, até que você descobre que o príncipe encantado já tem o seu próprio conto de fadas.

O amor não lhe dá dicas se vai aparecer ou não depois de uma ficada legal, ele simplesmente aparece. Quando nos envolvemos com alguém, não esperamos que a pessoa tenha um relacionamento além daquele que vive com você. Ser a outra hoje em dia virou algo normal e até mesmo aceito pelas “fiéis”.

Existem comunidades em sites de relacionamento como o Orkut, no qual o assunto é discutido publicamente e em sua maioria aceitando a condição de “outra” na vida de um homem, com o maior orgulho.

Em determinadas situações, a mulher pode ser pega de surpresa ao saber da “vida dupla” na qual o parceiro vive. Assim como a situação contada no inicio da matéria, porém em outras situações, a “amante” sabe da existência de outro relacionamento e aceita ser a “segunda esposa”.

O primeiro e maior amor que alguém pode ter é o amor próprio. Quando deixamos que a pessoa leve adiante dois relacionamentos, deve-se pensar se isso vale mesmo à pena, afinal se ele te ama, por que ainda está com a outra? Seu amor e carinho não são o suficiente?

Se em algum momento você passar por uma situação assim, o interessante é repensar na sua postura em relação à situação. O jeito é consultar não somente os seus sentimentos, mas também a consciência que é algo que, provavelmente, irá se abalar com essa situação. Reflita!

Amanda Braz

O que você faz na minha cama?!

Universo Feminino

Uma de nossas leitoras foi minha inspiração para desenvolver a matéria dessa semana. O assunto vai se basear no tempo de relacionamento entre um casal.

Quando estamos há pouco tempo com alguém e resolvemos levar esse relacionamento mais adiante, a ponto de morar junto, por exemplo, é importante pensar que embora namorar seja muito legal, a vida a dois diariamente é muito diferente.

Ver a pessoa todos os dias é normal, nos faz pensar que encarar uma rotina de morar junto é fácil e igual a um namoro. Se precipitar em morar junto pode ser um erro e o “começo do fim” de um relacionamento.

Quando se inicia algo mais sério é necessário muito mais do que simplesmente amor. Você precisa de cumplicidade, intimidade e rotina. A rotina é uma grande aliada de qualquer relacionamento, mas no início é sempre interessante fazer coisas diferentes, manter papos legais e etc.

Porém quando engrenamos algo mais sério como morar junto, já se deve pensar que o casal tem intimidade suficiente para se manter apesar das dificuldades. Estar com alguém se diferencia de acordar todo dia com aquela pessoa do outro lado da cama e pensar: “Meu Deus! O que essa pessoa ta fazendo na minha cama?”.

Aprender com os defeitos do outro e se acostumar com eles não é uma das tarefas mais fáceis, ainda mais quando ao passar do tempo aquelas pequenas manias tornam-se irritantes e grandes causadoras de brigas.

A intimidade entre o casal é outro ponto extremamente necessário. Uma das maiores provas de intimidade entre duas pessoas é conseguir ficar em silêncio sem criar um clima chato e deixar ambos sem graça. Não é necessário ter o que dizer o tempo todo ou ter assunto para o dia inteiro, porque qualquer pessoa perde o assunto com o passar do tempo.

Por isso é interessante ter a liberdade de se expressar de outras formas além da verbal. Um beijo ou um abraço podem falar por você em determinadas horas específicas.

Além de todos esses pontos é necessário o amadurecimento de ambas as partes, a forma de ceder às vontades do outro às vezes e aceitar os erros e defeitos do parceiro. Se você perceber que o sentimento vale à pena, invista!

Não se deixe abalar pela primeira barreira que encontrar, pois em qualquer relacionamento o caminho é difícil e um tanto problemático em algumas horas. Um casamento, namoro ou algo do gênero, não é feito só de rosas. Então valorize o sentimento e dê tempo ao tempo.

Amanda Braz

Quando é a hora certa de dizer Te Amo?

Universo Feminino

Eu te amoVocê começa um relacionamento e tudo parece ir muito bem. Vocês estão juntos há algumas semanas, mas o relacionamento sério ainda não engrenou. Na sua concepção isso não é um problema.

Um dia ele aparece com flores e pede você em namoro. Sua resposta é certa e decisiva: sim. Óbvio que você não teria nada mais para responder além de um “sim”.

As semanas passam e toda vez que ele te abraça, a vontade de dizer “te amo” só cresce. Mas quando você está sozinha em seu quarto, o medo de dizer algo tão grandioso ronda os teus pensamentos.

Afinal, vocês estão há pouco tempo juntos, como dizer a ele? E se não for o momento certo? Então você cala aquela vontade louca de dizer o quanto ele é importante, para ver se uma hora chega um momento propício o suficiente.

Ele vem e lhe beija de surpresa, trouxe flores e uma caixa com os seus bombons favoritos e aí você pensa: É agora; e então diz: – Eu te amo. O silêncio toma conta e ele faz cara de sem graça. Deu-se a graça e eu perdi o namorado, pensa você. Depois dos segundos mais longos da sua vida, ele diz: – Eu também te amo; e uma onda de felicidade toma conta de você.

E para vocês, leitoras e leitores? Por que aquele foi o momento certo? Como saber se é a hora certa de finalmente dizer tudo que você guardou todos os dias? Que a vontade era de só abraçá-lo e não pensar em mais nada?

Pensar em algo do gênero é um tanto complicado para a maioria das pessoas. Dizer que você ama alguém não é como dar “bom dia” ou desejar um “bom fim de semana”, é tão mais importante e significativo, além de indicar um grande passo para o relacionamento.

E se ao invés do nosso protagonista da história acima ter dito que também a amava, ele tivesse apenas se calado? É, não seria tão legal…

Saber perceber no relacionamento de vocês dois, através do contato entre o casal durante o passar dos dias, os momentos juntos e etc. é parte importante e fundamental para estabelecer a hora e o momento certo de mostrar seus sentimentos sem acabar se magoando pela falta de resposta do parceiro.

Além do problema de não ser o momento certo, devemos pensar também que “te amo” não é para ser dito para qualquer um depois da primeira ficada, por exemplo. Deve-se valorizar palavras tão significativas e não tratá-las como algo normal e diário, para que quando forem ditas a alguém tenham o devido significado.

Quando estamos em um relacionamento e dizemos todo dia e toda hora um “eu te amo”, as palavras acabam de certa forma perdendo sua força. Situações, olhares e formas de provar o sentimento podem ser muito mais válidas do que o “eu te amo” em si.

Só quem tem direito total por essas palavras é quem as inventou, por isso vale abusar da criatividade e mostrar o quanto seu parceiro é essencial na sua vida de outras formas além daquela da qual ele já está acostumado.

Porque com o tempo a frase fica para trás e enquanto você diz “eu te amo”, ele diz: “também”. Mal sabem eles que dizer que ama é muito mais difícil do que simplesmente dizer “também” e ponto.

Existem mil formas de mostrar amor para alguém, e se por acaso aconteceu da sua declaração ficar sem resposta, aguarde. Afinal, ele podia não estar preparado para esse passo na relação e simplesmente achou melhor não fingir algo para te fazer feliz no momento e acabar te magoando mais tarde.

Esperar o momento certo pode parecer complicado, mas se uma hora você achar que deve, apenas diga, sem esperar nada em troca. Diga o quanto o ama por dizer, por precisar daquilo e não só para esperar belas declarações dali pra frente.

Se não foi o momento pra ele, foi o seu momento. E pode deixar que quando for o dele, você vai ter sua devida retribuição pela coragem de finalmente demonstrar tanto amor.

Amanda Braz

A Ex…

Universo Feminino

Ex-esposa, ex-namorada, a ex dos nossos parceiros… As tão temidas pelas mulheres. Se existem filhos do relacionamento anterior então, haja dor de cabeça!

Começar um relacionamento com alguém que já namorou bastante pode ser um tanto quanto complicado. Principalmente se a tal ex é um pé no saco, com o perdão da palavra.

Quando começamos algo, nada parece atrapalhar, nada parece bom o bastante para interromper. Mas com o passar do tempo, os defeitos e furos vão aparecendo e se o ciúme existe por causa da ex ou por uma colega de trabalho, com certeza aquilo se torna um problema.

Filhos de um relacionamento anterior também são causadores de problemas e brigas entre o casal. Mas vale relembrar: as crianças não têm culpa da separação. Se você acha que conseguirá se livrar da ex-pesadelo tentando bancar a madrasta má está muito enganada. Isso pode levar até mesmo ao fim do relacionamento, afinal, que homem vai querer uma mulher que trata mal as pessoas que ele ama?

Se a ex é daquele tipo grudentinha, não custa lembrar que não é porque o seu marido/namorado dá confiança, é apenas o jeito dela e não cabe a você impor limites. O jeito é conversar com o parceiro e mostrar o quanto aquilo lhe incomoda, e pedir que ele delimite o relacionamento.

O ciúme é um dos grandes erros humanos e as ciumentas de plantão dizem que não é ciúme, é apenas medo de perder, cuidado, sabe como é… Mas já dizia alguém uma vez que “só temos medo de perder aquilo que não temos de verdade”.

É claro que é muito difícil aturar a ex falando com seu atual no telefone ou ver os recados dela no Orkut e quando você resolve ir lá tirar satisfação ela se defende dizendo que são só amigos e você ainda sai de vilã da história.

Mas será que vale a pena mesmo colocar em risco o seu relacionamento por conta do seu ciúme de uma pessoa que para seu parceiro já é passado? Já dizia o ditado: “Se fosse tão boa, não seria ex!” – e tenho dito.

Amanda Braz

Profissão ou Casamento?

Universo Feminino

Você sonhou a vida inteira em conquistar a profissão dos sonhos, em seguir a carreira perfeita na qual sua independência é o ponto principal. Até que aparece o homem que você sempre quis e a paixão surge, o amor vem como conseqüência.

Você termina a faculdade e consegue um emprego, o tão esperado pedido de casamento é feito. Tudo parece um sonho até que ele diz que você nunca tem tempo para ele e pede que escolha entre a relação de vocês dois e a sua profissão.

O dilema de escolher entre um amor e a carreira dos seus sonhos está na cabeça de várias mulheres de muitos lares pelo país. Seja por ciúme ou por dominação, muitos homens simplesmente não aceitam que a mulher trabalhe e traga dinheiro para casa.
Escolher entre um dos dois é a parte mais complicada dessa situação, principalmente se o casal já tem filhos.

Antigamente as mulheres cuidavam da casa e dos filhos, enquanto os maridos trabalhavam e sustentavam a casa. Hoje a situação mudou e muitas mulheres saem junto com o marido para trabalhar e deixam o serviço de casa para uma empregada ou diarista.

Mas nem todos os homens se habituaram a essa realidade e muitos enfrentam o ingresso da mulher no mercado de trabalho como um problema para o casamento.
Perguntei a uma mulher casada há 40 anos com o mesmo homem o que ela faria se o seu companheiro a colocasse nessa situação, e ela me respondeu:

“Não largaria o meu emprego e minha independência mesmo amando o meu marido. Se ele me ama de verdade, aceitará os meus sonhos e as minhas prioridades profissionais. Meu amor por ele e o amor pela profissão são diferentes, casos totalmente distintos” - Carmem, 58 anos.

O amor é um assunto que gera várias opiniões diferentes. Existem homens que dizem só estão protegendo a mulher e são suficientes para manter a casa. Mas temos como réplica o fato de que muitas vezes elas não trabalham por dinheiro, mas sim por amor à sua profissão.

Sentir-se bem consigo mesma e saber conciliar o emprego com a família é o ponto principal para se ter uma vida equilibrada. Caso você esteja passando por uma situação como esta ou parecida, invista em fazê-lo entender o quanto é importante aquela profissão para você e se ele não conseguir compreender, talvez seja a hora de repensar no relacionamento de vocês dois.

Amanda Braz

Rotina Atrapalha no Relacionamento?

Universo Feminino

Quando discutimos o motivo por um casamento estar indo mal, geralmente escutamos dos parceiros que o relacionamento “caiu na rotina” ou que “é sempre tudo igual e monótono”.
Então seria a rotina a culpada que acaba com o relacionamento? Que arruína e destrói lares?

Após algumas pesquisas e um papo com uma psicóloga, chegamos à determinada definição:

A rotina é uma aliada dos relacionamentos e não uma inimiga. Ela é uma base para qualquer relacionamento. Sem ela seria complicado estabelecer um relacionamento seguro e estável.

Então qual o grande problema que os casais enfrentam ao ponto de se separarem e acabarem com sentimentos e relacionamentos de anos?
O que acaba com qualquer espécie de vida a dois é a falta de erotismo do casal!

Se quando você chega em casa, sua mulher está de bob no cabelo e com macarrão e feijão para o seu jantar ou se seu marido chega tarde do trabalho e o único desejo dele é ver TV e dormir, com o tempo a vida à dois vai sendo exterminada e então eles dizem que o casamento enfim, caiu na rotina.

Mas a rotina já existia desde o começo do relacionamento, porém com o tempo os problemas surgem e se não houver esforço de ambas as partes, o erotismo acaba e a culpa sobra para a pobre coitada da rotina.

Que tal então tentar manter um relacionamento no qual pelo menos uma vez por semana vocês saiam juntos, se divirtam, passem bons momentos? Por que não viajar ou até mesmo fazer um passeio diferente?

Seria uma boa pedida para depois não ter que culpar a rotina (sempre ela) pelos seus problemas com o parceiro na vida à dois.

Amanda Braz

Dicas Para Um Bom Relacionamento

Universo Feminino

Estava eu sem idéia nenhuma do que abordar essa semana até que percebi que uma das coisas que mais mexe com a cabeça das mulheres são os homens e suas formas inconstantes. A mulher fica com o cara, acha que aquela “ficada” foi a melhor, a mais perfeita, então ele pede o telefone.

Mas no dia seguinte, no máximo quem liga é um cobrador ou o dono do mercadinho da esquina. Tanto para as mulheres quanto para os homens os problemas são grandes. O cara decide passar o domingo jogando futebol com a galera e ouve da parceira: “Ou eles ou eu!”.

O que mais irrita você numa mulher, no sentido de relacionamento?

Chamar por apelidos, mesmo sem ter intimidade;
Ciúmes exagerados (ver coisa onde não tem e escândalos por uma besteira);
Mulher muito grudenta;
Crises de “Você não me ama!”;
Quando ela esnoba.

O que mais irrita você em um homem, no sentido de relacionamento?

Quando ele muda porque está na frente dos amigos;
Quando ele acha que aquele recado do orkut “não tem nada demais” e que é “tudo coisa da nossa cabeça”;
Quando pede o telefone e não liga;
Quando larga pra jogar bola com os malditos amigos;
O fato de sempre achar que está tudo ótimo e ainda ter que ouvir: “Pra que tanta discussão? Tá tudo ótimo!”

Embora os pontos de vista sejam diferentes, todos gostam da mesma coisa em um relacionamento:

Sinceridade
Carinho
Afeto
Bom humor
Liberdade

A melhor forma de manter um bom relacionamento é saber lidar com as diferenças e ceder nas horas certas. Que tal deixá-lo ir jogar e aproveitar pra se divertir também? E se a “ficada” foi tão legal, pra que manter a pose? Não seria legal passear e repetir o dia anterior?

Amanda Braz